04 Fevereiro 2015
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Ao longo do tempo, o processo de transmissão de informações se deu de maneiras diferentes. O homem desenvolveu novas formas de se comunicar, e o avanço tecnológico tornou os meios de comunicação ainda mais eficazes. Esteticamente, telefones, jornais, revistas, rádios e televisores também mudaram bastante!
Para acompanhar de perto essas transformações, três lugares da cidade ganham destaque e surgem como ótimas opções para um passeio cultural:

 

biblioteca nacional1) Fundação Biblioteca Nacional

Como eram os primeiros jornais que circularam pelo Brasil e como eles se desenvolveram? Será que as imagens, a linguagem e até a quantidade de texto eram parecidas com o que vemos hoje em dia? Para mergulhar nessa história, não há lugar melhor do que o acervo da Biblioteca Nacional. Lá, além de jornais, é possível consultar revistas, monografias, teses e folhetos, do século XVIII aos dias atuais.

Maior patrimônio de imagens do país, a Biblioteca também reúne desenhos, caricaturas, gravuras, fotografias e livros ligados às artes visuais. Cada setor tem um horário de funcionamento específico. Para quem quiser aproveitar o passeio e conhecer as salas e dependências do local, visitas são realizadas de hora em hora e também podem ser agendadas para grupos específicos (de acordo com o perfil e o interesse), inclusive em inglês, espanhol, francês e alemão.

 

Av. Rio Branco, 219, Centro.
Segunda a sexta-feira, das 9h às 20h; sábados, das 9h às 20h.
Entrada gratuita.
Tel.: (21) 3095-3879

 

2) Museu das telecomunicações

Cansado de museus estáticos e pouco interativos? Então, essa é uma grande pedida! Uma viagem dinâmica e divertida pela história da comunicação no Brasil e no mundo por meio de vídeos, sons, textos, imagens e objetos. Na entrada, o visitante recebe fones de ouvido e um equipamento para ouvir textos explicativos sobre o que está sendo exposto. Entre as atrações, é possível acompanhar a evolução da TV, conhecer (ou rever) diferentes modelos de aparelho telefônico e até tirar uma foto em um cenário com imagens antigas do Rio (à sua escolha) e mandar por e-mail como recordação.

O museu ocupa um andar do Centro Cultural Oi Futuro, no mesmo local onde funcionou por muitos anos o Museu do Telephone (endereço da antiga Estação Telefônica Beira-Mar, inaugurada em 1918). Grande parte do acervo do antigo Museu do Telephone, inclusive, está digitalizada e disponível à pesquisa na Midiateca.
Quem se interessar, pode fazer também um tour virtual.

 

Oi Futuro
Rua 2 de Dezembro, 63, Flamengo.
Terça a domingo, das 11h às 17h.
Entrada gratuita.
Tel.: (21) 3131-3060 ou 3131-3071.

 

Museu do rádio - Aerj3) Museu do Rádio

Pouco conhecido pela maioria dos cariocas, o Museu do Rádio Roberto Marinho, inaugurado em 2004, abriga uma exposição permanente com cerca de cinquenta peças e painéis explicativos, que contam um pouco da história do rádio no Brasil: radionovelas, radioteatro, programas humorísticos, primeiras transmissões de futebol, etc. Entre os objetos do acervo estão uma vitrola de 1917 movida a corda e um rádio de galena (peça mais antiga da coleção).

O museu é mantido pela colaboração de Emissoras afiliadas à Associação de Emissoras de Rádio e TV do Estado do Rio de Janeiro (Aerj) e por meio de doações de colecionadores e do público em geral. Diferente dos outros lugares citados, aqui a visita precisa ser agendada previamente pelo telefone.

 

Rua da Constituição, nº 78, Centro.
Segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.
Entrada gratuita.
Tel.: (21) 2220-1711.

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