03 Julho 2017
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A Mostra Audiovisual Estudantil Joaquim Venâncio, organizada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fundação Oswaldo Cruz, proporciona troca de experiências entre estudantes produtores de curtas-metragens das escolas públicas de Ensino Fundamental e Médio. Os participantes são, em sua maioria, do estado do Rio, mas chegam também de outros estados brasileiros e até de outros países, como Espanha e Itália.

Em 2017, foram selecionados 34 filmes entre os 50 inscritos. A E.M. Professor Vieira Fazenda (10ª CRE), em Barra de Guaratiba, participa com dois vídeos: Cinco Vezes Amor, uma ficção feita pelos alunos do 8º e 9º anos, e Ciranda do Caranguejo, animação dos alunos do 6º ano. Cláudia Vieira, professora de Artes Cênicas, atualmente na Sala de Leitura, foi quem orientou as turmas. Ela conta que participa desde a segunda edição. “É maravilhoso! É uma oportunidade de ir além do ‘cinemão’ e ampliar a visão de mundo dos alunos.”

Além de ver o que os seus pares fazem, os participantes assistem a produções da Fiocruz e a filmes do circuito. Este ano será apresentado o recém-lançado documentário Laerte-se, sobre o famoso cartunista, com posterior debate com uma das diretoras, Lygia Barbosa da Silva.

O evento é uma iniciativa do Núcleo de Tecnologias Educacionais em Saúde da Fiocruz e está em sua sétima edição. Desde o início, as escolas municipais do Rio de Janeiro têm vídeos selecionados. Luciana Bessa, da Gerência de Mídia-Educação da SME, diz que “é importante compartilhar as histórias audiovisuais criadas pelos alunos para além da comunidade escolar, mostrar para a sociedade os pontos de vista desses jovens sobre as questões que os cercam”.

Professora Andrea Liguori e a turma que produziu A História do H

As crianças menores também produzem e exibem audiovisual. Andréa Liguori, professora regente do primeiro segmento da E.M. Pires e Albuquerque (5ª CRE), em Irajá, e sua turma de 2º ano foram escolhidas para mostrar a animação A História do H. “Estava com dificuldade de ensinar a letra H e resolvi usar a técnica da animação para passar o conteúdo à turma”, conta. Colocando a mão na massa – literalmente – e no desenho, os estudantes, em torno dos 7 anos, aprenderam que o H no início das palavras não tem som de nada, mas que, quando se junta com “outras letras amigas”, como o C, o L ou o N, transforma cama em chama, vela em velha e sono em sonho.

Local: Escola Politécnica de Saúde da Fiocruz

Quando: 6 e 7 de julho de 2017

Programação


Produções da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, com links para os vídeos:

1ª CRE
#Shakeaspeare Lives – Jornal da Tarde, do Núcleo de Arte Avenida dos Desfiles, na Cidade Nova.

2ª CRE
Me Ensina a Olhar?, da E.M. Francisco Manuel, em Vila Isabel.

4ª CRE

Cotidiano e O Segredo do Anel Misterioso, do Núcleo de Arte Grécia, em Vila da Penha.

5ª CRE

A História do H, da E.M. Pires e Albuquerque, em Irajá. 

10ª CRE

Cinco Vezes Amor (não está disponível na internet até o momento) e Ciranda do Caranguejo, da E.M. Professor Vieira Fazenda, em Barra de Guaratiba.

O Que É Amizade para Você?, da E.M. Monteiro Lobato, em Guaratiba.

Rio Vivo, da E.M. Professora Leocadia Torres, em Guaratiba.

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